>Alexandre – O grande

> Rei da Macedônia (356-323 antes de Cristo), filho do Rei Felipe II (Philip II da Macedônia) e da Rainha Olímpia (Olympias), nasce em Pela, antiga capital da Macedônia, região no norte da Grécia.

Sob a influência do filósofo Aristóteles, seu preceptor dos 13 aos 16 anos, passa a apreciar Filosofia, Medicina e Ciências. Assume o trono aos 20 anos, após o assassinato do pai.

Nos seus 13 anos de reinado, Alexandre, também conhecido como Magno (do latim, grande), cria o maior império territorial conhecido até então.

Domina a Grécia, a Palestina e o Egito, avança através da Pérsia e da Mesopotâmia e chega à Índia. Organiza o Império Macedônico em nove reinos, ou diádocos, considerados propriedades privadas.

Funda mais de setenta cidades, várias delas com o nome de Alexandria. Dessas, a mais famosa, seria localizada no delta do rio Nilo, no Egito, por volta de 332 antes de Cristo.

Alexandre Magno fundou Alexandria, no Egito – verdadeiro monumento ao seu imenso poder, a cidade ficou célebre pelo seu farol e pela importantíssima biblioteca, famoso centro literário e artístico da Antiguidade.

Essas cidades servem para o intercâmbio comercial com China, Arábia, Índia e interior da África. Suas conquistas e a criação dos reinos diádocos difundem a cultura grega no Oriente… Contrai uma febre e morre, aos 33 anos, na Babilônia.

Os últimos desejos de ALEXANDRE O GRANDE:

Quando à beira da morte, Alexandre convocou os seus generais e relatou seus 3 últimos desejos:

1. Que seu caixão fosse transportado pelas mãos dos médicos da época;

2. Que fossem espalhados no caminho até o túmulo os seus tesouros conquistados (prata, ouro, pedras preciosas…)

3. E que suas duas mãos fossem deixadas balançando, fora do caixão, à vista de todos.

Um dos seus generais, admirado com esses desejos insólitos, perguntou a Alexandre quais razões.

Alexandre explicou:

1. Quero que os mais iminentes médicos carreguem meu caixão para mostrar que eles não têm poder de cura perante a morte;

2. Quero que o chão seja coberto pelos meus tesouros para que as pessoas possam ver que os bens materiais aqui conquistados, aqui permanecem;

3. Quero que minhas mãos balancem ao vento para que as pessoas possam ver que de mãos vazias viemos e de mãos vazias partimos…

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5 comentários

  1. angela said,

    Outubro 5, 2009 às 1:10 pm

    >Não sabia desses desejos de Alexandre, muito interessante e mostram que era um sabio.beijos

  2. ney said,

    Outubro 5, 2009 às 7:13 pm

    >Nas atitudes simples e sábias vai a humanidade entendendo a importância de SER, ao invés de TER. E nesse aprendizado permanecemos buscando a liberdade e o entendimento. Abraço/ney.

  3. Outubro 5, 2009 às 11:07 pm

    >É sempre bom conhecermos um pouco mais dessas figuras que fizeram história, e que nos deixam exemplos de homens comprometidos com o seu povo .Obrigada pela visitaUm beijo Angela e NeyJulimar

  4. Outubro 6, 2009 às 9:49 am

    >nesta passagem é mais importante fazer uma caminhada cheia de coisas boas que passar o tempo a coleccionar as riquezas que afinal não nos pertencem, são pedaços do mundo, como o corpo que usamos para caminhar.

  5. Outubro 6, 2009 às 9:55 am

    >Certamente!No momento que o homem descobrir de que tudo que usufruimos neste plano não nos pertence, que são emprestimos para atender nossas necessidades, sejam elas materiais, espirituais, quem sabe ele olhe com mais amor ao seu irmão que necessita de tão pouco para continuar a sua caminhada. Obrigada pela sua visita Magia da noite…Um grande abraçoJulimar


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