>Autoestima

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O QUE É AUTOESTIMA?

 
Esta expressão é usada para designar o sentimento de importância, o senso de valor e significado que temos e damos a nós mesmos.
 Para a Psicologia, a autoestima, ou o “autorrespeito positivo”, refere-se ao valor e qualidades que atribuímos a nós mesmos, ao conceito que temos sobre nossas limitações e potencialidades. “É a disposição para se perceber como uma pessoa competente que sabe lidar com as dificuldades básicas da vida”. É a confiança no próprio potencial, a certeza da capacidade de enfrentar os desafios da vida, as situações novas.

Aplicando estes conceitos à fé cristã podemos afirmar que: É confiar que somos capazes de enfrentar as circunstâncias desconhecidas, e às vezes adversas, pela capacidade e potencial que Deus nos concede. Isto não significa nos julgarmos imbatíveis, ou que nunca iremos sofrer uma derrota, mas é estar de cabeça erguida, confiando que somos alimentados e sustentados pela fé, pois é pela fé que estamos de pé . E mesmo quando os resultados são diferentes do esperado continuar lutando e confiando no potencial que Deus lhe deu.

O próprio JESUS preparou seus discípulos para enfrentar os desafios da vida: “… no mundo tereis aflições, mas tende bom ânimo, eu venci o mundo” (Jo. 16.33).

O Apóstolo PAULO fala sobre isso quando diz: “em tudo somos atribulados, mas não angustiados; perplexos, mas não desanimados; perseguidos, mas não desamparados; abatidos, mas não destruídos;” (2Co 48-9); mais adiante complementa: “Posso todas as coisas naquele que me fortalece” (Fl 4.13

POR QUE A AUTOESTIMA É IMPORTANTE?

A Auto-estima tem ligação direta com o autocontrole, domínio próprio. Exerce papel essencial sobre nosso equilíbrio emocional e sobre nossa saúde. E isto conduz a uma conclusão: a autoestima pode ser alta ou baixa, e qualquer uma das duas é autoestima.

Cada pessoa pensa e se comporta da maneira própria e que corresponde à imagem que faz de si mesma. Vejamos algumas diferenças:

As pessoas com baixa autoestima geralmente: culpam os outros pelos seus erros, acham que qualquer conversa é um “confronto”, precisam “ganhar” as discussões, são muito preocupadas com “o que os outros vão pensar”, dependem da imagem que os outros têm delas.

Pessoas com baixa autoestima posicionam em um de dois entremos:

RETRAIMENTO:  pessoas retraídas sentem-se incapazes de enfrentar os simples problemas e desafios do dia a dia. Julgam-se inferiores às demais pessoas, são repletas de complexo de inferioridade, se acham mais feias, sempre observam seu corpo e acham defeitos, deformidades, etc, acham que nasceram para sofrer, essa é a sina o destino delas. Conseqüentemente, o mecanismo que usam é o da fuga, do isolamento

E como é fácil para as pessoas caírem nas armadilhas do “eu não valho nada!” Se não possuo o corpo perfeito, se não sou tão inteligente como fulano, se os resultados que obtive não correspondem ao desejado, então eu não sou digno de coisa alguma!

Quando a autoestima é negativa, baixa, o crescimento fica estagnado, a coragem diante da vida diminui, desistimos até de arriscar coisas novas, de sonhar. Por isso, diz-se que a autoestima é um valor de sobrevivência. Alguns autores definem a auto-estima como o sistema imunológico da mente e do espírito.

AUTO-AFIRMAÇÃO: um outro tipo de reação que acorre com pessoas com baixa auto-estima é a auto-afirmação. Produz gestos e atitudes extravagantes. Buscam afirmar sua presença onde estão. Vale tudo, tom de voz alto, roupas extravagantes, chilique na frente das pessoas

Já as pessoas com elevada autoestima geralmente: assumem a responsabilidade por suas ações, são afirmativas sem agressividade, são objetivas em suas opiniões, não se preocupam em demasia com o que os outros pensam delas, aceitam-se pelo que são.

O modo de vida atual exige que vivamos correndo. As exigências dos atuais padrões de bem-estar acabam distorcendo a percepção da nossa própria existência. A autoestima existe para ajudar a pessoa a se manter com seu caráter e sua personalidade definida. Em outras palavras, quando a pessoa está bem consigo mesma, tudo vai bem, sua autoestima está alta; quando sua vida emocional está em conflito, sua auto-estima, conseqüentemente, está em baixa

COMO CONSEGUIR A AUTOESTIMA?

Desde que nascemos, fatores inconscientes formam a nossa autoestima. Geralmente não temos consciência de nossos pontos fortes e de nossas fragilidades e, por isso, não podemos superar nossos limites.

Palavras que trabalham contra nós:

 “Fiz TUDO errado”;
 “Hoje não é o meu dia”;
 “Por que devo tentar se não valerá a pena?”;
 “Tenho uma péssima memória”;
 ”Não sei o que está errado comigo hoje”;
“Eu tentei, mas não consigo!”;
 “Não sou capaz de fazer isto”;
 “Todas as vezes que tento falar com ele(a) discutimos”.

Palavras como estas, orientam nossas vidas e nossas sensações. Elas impedem nossas ações nos deixando magoados e impedindo nosso progresso.

Que tal colocarmos as palavras para trabalharem a nosso favor? Assim:

“Desse jeito não funcionou, mas sei que posso fazer de maneira diferente.”;
“Estou sempre aprendendo algo novo”;
“Hoje é um grande dia para mim, basta o fato de estar vivo!”;
“Continuarei tentando, há uma boa chance de que dará certo”;

A decisão da escolha das palavras que possam causar problemas e fracassos, ou palavras que nos dão confiança e segurança cabe a cada um de nós. Inúmeras são as frases e pensamentos (conscientes e inconscientes) que costumamos utilizar para programar nossa mente. Elas afetam em demasia a Auto Estima.

Eis alguns passos que conduzem a uma auto-estima positiva:

Deixe-se influenciar pelo que a Palavra de Deus diz que você é, e não pelo que as pessoas pensam ou dizem a seu respeito.

Busque identificar sua autoimagem e como ela é formada: existem bases reais para os valores que tenho de mim mesmo ou, é produto de expectativas – próprias e de outros – infundadas?

Aceitação própria: qualidades e “defeitos”.

Viver conscientemente: sem negar as circunstâncias, sem “jogar para o inconsciente”.

Perceba quantas qualidades você tem, que não costuma notar. Você se sentirá muito bem e isso fará com que trate bem aos outros.
Como poderia alguém conseguir amar ao próximo quando não consegue amar a si mesmo? Como podemos conseguir fazer aos outros, o que gostaríamos que nos fizessem, se não aprendemos ainda a dar primeiro a nós mesmos

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