inveja e ciumes 1

O dicionário define a inveja como “desgosto ou pesar pelo bem ou felicidade de outra pessoa, desejo violento de possuir o bem alheio, cobiçar o que é dos outros”. Já o ciúme é “um sentimento doloroso causado pelas exigências de um amor inquieto, é também o desejo de posse da pessoa amada”.

A Bíblia tem muito a nos ensinar sobre a inveja e o ciúme.

Algumas passagens:

Pv 14:30 – ” … a inveja é a podridão de nossos ossos”. Pv 6:34 – ” Porque o ciúme excita o furor do marido; e não terá compaixão no dia da vingança”.

I Co13:4 – ” O amor … não arde em ciúmes … At 17:5; Gl 5:21; Tg 3:14; I Pe 2:1; Gn 37:1 e 37:11; Rm 13:13

Em Pv 14:30 “a inveja é a podridão de nossos ossos.” Em outras palavras, Salomão está querendo dizer que a pessoa invejosa está doente (física, emocional e espiritualmente).

Muitas doenças físicas aparecem por causa de inveja.

A inveja é um dos piores problemas no relacionamento humano. Ela destrói a confiança entre as pessoas, desfaz casamentos e acaba com grandes amizades. A pessoa invejosa tem problemas emocionais não tratados como: baixa auto-estima, insegurança e inadequação.

Ela sempre acha que a vida lhe deve mais do que ela tem recebido ( seja carinho, afeto ou dinheiro e bens materiais).

Acha-se constantemente injustiçada, assume o papel de vítima com freqüência e sente-se inferiorizada em relação a demais pessoas.

Quando confrontada, a pessoa invejosa nega veemente que tem inveja (é muito doloroso para ela admitir que tem inveja, um sentimento tão baixo e feio). Assume com freqüência uma posição defensiva, está

sempre defendendo e justificando suas palavras e ações.

Ela mesma não gosta de assumir responsabilidades por aquilo que faz ou pensa. A culpa, se alguma coisa der errado, é sempre da outra pessoa ou circunstância, e não dela.

A Bíblia nos conta a história de um rapaz chamado José, que era muito amado por seu pai Jacó.

Este, um dia, deu-lhe de presente uma túnica nova e bonita, feita sob medida para ele.

Na sua inexperiência e ingenuidade, José contou aos seus irmãos sobre o presente que seu pai lhe dera.

Também gostava de contar-lhes dos sonhos que tinha em que ele (José) aparecia como alguém importante e os irmãos se curvavam diante dele. E os irmãos de José passaram da inveja e do ciúme ao ódio, rapidamente, a ponto de desejarem matá-lo.

Depois, mudando de idéia, resolveram vendê-lo para alguns mercadores que estavam de passagem por ali.O fato é que seus irmãos queriam ver o objeto de seu ciúme e inveja bem longe, e assim o fizeram.

“O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece. Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal” (1 Coríntios 13:4-5). O mais que nos focalizamos em nós mesmos e nos nossos próprios desejos, o menos poderemos nos focalizar em Deus. Quando endurecemos nossos corações para a verdade, não podemos nos voltar a Jesus e deixar que Ele nos cure (Mateus 13:15). No entanto, quando deixamos que o Espírito Santo nos controle, Ele vai produzir em nós o fruto da nossa salvação, que são amor, gozo, paz, longanimidade, benignidade, bondade, fé, mansidão, temperança (Gálatas 5:22-23). Tiago 3:15 diz: “Mas, se tendes amarga inveja, e sentimento faccioso em vosso coração, não vos glorieis, nem mintais contra a verdade. Essa não é a sabedoria que vem do alto, mas é terrena, animal e diabólica”.

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